História da Coreia com linha do tempo interativa e mapa histórico

A história da Coreia tem quatro mil anos, e quase tudo o que se conhece dela no Brasil cabe em duas linhas: uma guerra nos anos 1950 e um país dividido em dois. Falta o resto. Falta o reino que controlava a Manchúria inteira, o alfabeto que um rei inventou do zero em 1443, os quinhentos anos de uma única dinastia, a cerâmica que os chineses consideravam a melhor do mundo e a meia hora em que dois oficiais americanos, com um mapa da National Geographic na mão, decidiram onde cortar um país que nunca tinha sido cortado.

Historia da Coreia, linha do tempo interativa e mapa historico

Esta página reúne 140 momentos da história da Coreia numa linha do tempo interativa, cada um com ficha completa, e um mapa histórico que muda de forma conforme você troca de época. Dá para ver, no desenho, o território coreano crescer até a Manchúria em 476, encolher para dentro da península em 750, chegar aos rios que ainda são a fronteira de hoje em 1450 e se partir em dois em 1945.

Como usar a linha do tempo da história da Coreia

A ferramenta tem três partes que conversam entre si. Em cima fica o mapa, com treze retratos do território em momentos diferentes. No meio ficam a faixa de épocas e a régua de escala real. Embaixo fica a linha do tempo com os 140 acontecimentos.

  • Clique em qualquer momento para abrir a ficha completa: dois ou três parágrafos de contexto, o termo em coreano com pronúncia escrita para brasileiro, uma imagem do Wikimedia Commons, um detalhe que quase ninguém conta e o que estava acontecendo no resto do mundo naquele ano.
  • Setas do mapa: avançam e voltam entre os treze retratos do território. Cada um traz uma legenda dizendo quem controlava o quê.
  • Pinos no mapa: cada acontecimento com lugar conhecido vira um pino na época correspondente. Clicar no pino abre a ficha.
  • Faixa de épocas: filtra a linha do tempo e leva o mapa junto para o território daquela época.
  • Régua de escala real: mostra quanto tempo cada época realmente durou. É onde se percebe que Gojoseon sozinho ocupa metade da história da Coreia e que tudo o que o brasileiro médio conhece cabe no último centímetro da barra.
  • Busca: funciona com nome, reino, guerra, invento e também com hangul. Digitar 한글 acha a criação do alfabeto.
  • Ver no mapa: dentro de cada ficha, esse botão leva o mapa para a época certa e acende o pino do lugar onde a coisa aconteceu.

As nove épocas da história da Coreia

A periodização coreana não é uma fila organizada: as épocas se sobrepõem. O período Proto-Três Reinos vai até cerca de 300 depois de Cristo, e a cronologia tradicional já começa os Três Reinos em 57 antes de Cristo. Na régua da ferramenta isso aparece como duas barras convivendo, e não como um erro de desenho.

Gojoseon e a Antiguidade, 2333 a.C. a 108 a.C.

Começa com um mito que toda criança coreana conhece: um filho do céu, uma ursa que passa cem dias numa caverna comendo alho e artemísia até virar mulher, e o filho dos dois, Dangun, fundando 고조선 no ano que a tradição fixa em 2333 antes de Cristo. Ninguém defende a data como histórica, mas a arqueologia confirma uma sociedade de bronze real no noroeste da península e no sul da Manchúria, com punhais de lâmina fina e dólmens aos milhares. A Coreia tem mais de trinta e cinco mil dólmens, perto de 40% de todos os do mundo. O reino cai em 108 antes de Cristo diante da dinastia Han chinesa, e não em batalha: cai quando ministros do próprio rei o assassinam e entregam a capital. Se quiser ir mais fundo na fundação, vale ler como a Coreia foi fundada.

Proto-Três Reinos, 108 a.C. a 300 d.C.

Quatro séculos de mosaico. Buyeo na planície da Manchúria, Okjeo e Dongye espremidos entre a montanha e o mar do Leste, as três confederações Han no sul e comandâncias chinesas no noroeste, com Nangnang durando mais de quatrocentos anos na região de Pyongyang. O nome daquelas confederações não sumiu: o que está no meio de 대한민국, o nome oficial da Coreia do Sul, vem daqui.

Três Reinos, 57 a.C. a 668 d.C.

Goguryeo no norte, guerreiro por necessidade geográfica. Baekje no sudoeste, rico, refinado e voltado para o mar, exportando budismo, escrita e arquitetura para o arquipélago japonês. Silla no sudeste, o mais atrasado dos três e o único que sobreviveu aos outros dois. É a época em que o território coreano chega ao tamanho máximo de toda a história da Coreia, sob Gwanggaeto, o rei que morreu aos trinta e oito anos depois de dobrar o mapa. E é a época de Eulji Mundeok afogando um exército chinês de trezentos mil homens no rio Salsu, em 612 d.C., uma derrota que derrubou a dinastia Sui inteira seis anos depois.

Silla Unificada e Balhae, 668 a 935 d.C.

Silla unifica a península com ajuda da dinastia Tang e depois passa seis anos expulsando o próprio aliado, que não tinha vindo para ir embora. Ao norte, refugiados de Goguryeo fundam Balhae, que os chineses chamavam de país próspero a leste do mar. É o único período em que existiram dois Estados coreanos ao mesmo tempo antes de 1948. É também o auge do budismo de pedra, com Bulguksa e a gruta de Seokguram, e o momento em que um plebeu chamado Jang Bogo monta uma frota em Wando e passa a controlar o comércio marítimo entre a Coreia, a China e o Japão.

Goryeo, 918 a 1392 d.C.

É daqui que vem a palavra “Coreia”. Mercadores árabes e persas que aportavam em Byeongnando escreviam algo como Kaoli, e essa forma viajou pelas rotas de comércio até virar Corea, Corée, Korea. Cinco séculos de celadon verde-jade com desenho embutido na argila, de xilogravura em escala industrial, de tipo móvel de metal dois séculos antes de Gutenberg, de invasões khitan repelidas por um funcionário civil de setenta anos e de trinta anos de guerra contra os mongóis com a corte refugiada numa ilha. No meio disso, monges entalharam 81.258 blocos de madeira com o cânone budista inteiro, e eles continuam lá, intactos, em Haeinsa.

Joseon, 1392 a 1897 d.C.

Quinhentos e cinco anos com a mesma família no trono, o que só quatro dinastias no mundo inteiro conseguiram. Joseon trocou o budismo pelo neoconfucionismo, criou uma burocracia recrutada por exame, fixou a fronteira norte nos rios Amrok e Duman exatamente onde ela está hoje e produziu o alfabeto coreano. Também sobreviveu a duas invasões japonesas e duas manchus, e chegou ao século 19 tentando manter as portas fechadas num mundo que não aceitava mais isso. O Museu do Hangul, em Seul, é dedicado ao maior legado dessa época.

Império Coreano e ocupação japonesa, 1897 a 1945 d.C.

Treze anos de império, proclamados por Gojong num altar construído para o rito, e depois trinta e cinco anos de colônia. É a época mais curta desta lista e a que mais explica a tensão diplomática da região até hoje: o tratado de 1905 assinado com o palácio ocupado e sem a assinatura do imperador, a anexação de 1910, o Movimento Primeiro de Março de 1919 com dois milhões de pessoas nas ruas, a ordem de trocar de nome de família em 1939 e a mobilização forçada da guerra. Foi também aqui que linguistas coreanos, sob domínio estrangeiro, padronizaram a ortografia do hangul que se usa até hoje.

Divisão e Guerra da Coreia, 1945 a 1953 d.C.

Oito anos que separaram um país em dois. A libertação chegou pela derrota japonesa na guerra, e não por vitória militar coreana, e é isso que explica por que nenhum coreano foi consultado sobre a linha traçada no paralelo 38. Dois governos rivais em três semanas, uma invasão numa manhã de domingo, um perímetro de defesa no canto sudeste, um desembarque quase impossível em Incheon, a entrada da China e três anos de guerra que mataram entre dois e quatro milhões de pessoas. O armistício de 27 de julho de 1953 continua em vigor: tecnicamente, as duas Coreias ainda estão em guerra.

As duas Coreias desde 1953 d.C.

Em 1960 a renda por pessoa na Coreia do Sul era comparável à dos países mais pobres do mundo. Em 1996 o país entrou para a OCDE. No caminho houve ditadura, um levante esmagado em Gwangju em 1980, uma democracia conquistada nas ruas em junho de 1987, uma crise em 1997 em que gente comum levou aliança de casamento para ajudar a pagar a dívida externa, e uma cultura que hoje é exportada para o planeta inteiro. Quem chega à Coreia pelos cantores coreanos, pelos atores e atrizes ou pela comida coreana está chegando pela ponta mais recente de uma linha de quatro mil anos.

Por que o território mudou tanto: lendo o mapa histórico

O mapa desta página não usa tiles de nenhum serviço de mapa, e isso é decisão de projeto. Mapa de tiles mostra o mundo de hoje, com as fronteiras, as cidades e os nomes atuais, e o que interessa aqui é o território de 476, de 750 e de 1450. A costa vem do Natural Earth, base de domínio público que atlas escolares usam, e os territórios históricos são recortados por ela: assim nenhum polígono avança mar adentro, e o que precisa estar certo é só a fronteira de terra, que é onde a discussão histórica de fato mora.

A formação do território coreano segue o que o Atlas Nacional da Coreia descreve, e cabe em quatro movimentos:

  1. Do máximo à península. Até o século 7 d.C. o território coreano incluía a Manchúria. Depois da queda de Goguryeo e do fim de Balhae em 926 d.C., a história da Coreia passa a ser a história da península, e nunca mais volta para lá.
  2. Goryeo empurra para o norte. Em 993 d.C. o diplomata Seo Hui saiu de uma invasão khitan com mais território do que tinha antes, sem uma batalha campal, argumentando que Goryeo era herdeira de Goguryeo e que a terra em disputa era coreana por direito. Em 1033 d.C. começou a Muralha de Mil Li, que fixou a fronteira de Uiju a Hamhung.
  3. Joseon fecha o desenho. Entre 1433 e 1449 d.C., sob Sejong, quatro fortalezas na bacia do Amrok e seis guarnições na do Duman levaram a fronteira até os dois rios. É a última grande mudança de fronteira da história da Coreia, e a linha desenhada ali separa a Coreia da China até hoje.
  4. A linha de 1945. Não veio de dentro. O paralelo 38 foi escolhido em Washington, em cerca de trinta minutos, porque deixava Seul do lado americano. Em 1953 ela foi substituída pela linha de contato do fim da guerra, que é a que aparece no mapa como Linha de Demarcação Militar.

Os traçados da ferramenta são aproximados de propósito, e o rodapé do mapa diz isso. Fronteira antiga é sempre uma faixa, e não uma linha, e qualquer desenho que finja precisão de metro está mentindo. Para ver mapas históricos digitalizados de verdade, com o traço de quem os desenhou na época, vale explorar o acervo do Old Maps Online.

Sete datas que explicam a história da Coreia inteira

AnoO que aconteceuPor que importa
108 a.C.A dinastia Han destrói GojoseonPrimeiro fato coreano com data confiável, porque foi anotado pelo inimigo
475 d.C.Goguryeo toma HanseongMaior extensão territorial de um Estado coreano em toda a história da Coreia
676 d.C.Silla expulsa a dinastia TangA península fica sob um único poder coreano pela primeira vez
1443 d.C.Sejong cria o alfabetoO único grande sistema de escrita do mundo com autor, data e manual
1592 d.C.Começa a Guerra ImjinSete anos de invasão japonesa que devastaram a península
1910 d.C.A anexação japonesaFim de um Estado com 518 anos de existência contínua
1953 d.C.O armistícioCongelou a divisão que continua em vigor até hoje

A história da Coreia em números

  • 505 anos: a duração da dinastia Joseon, uma das quatro mais longas do mundo sem interrupção.
  • 936 anos: o tempo que o exame de serviço público coreano funcionou, de 958 d.C. a 1894 d.C. Ele é o antepassado direto do vestibular sul-coreano de hoje.
  • 81.258 blocos de madeira entalhados na Tripitaka Koreana, com mais de 52 milhões de caracteres e nenhum erro conhecido. Uma recontagem recente chegou a 81.352.
  • 28 letras criadas por Sejong em 1443 d.C., das quais 24 continuam em uso.
  • 78 anos: a distância entre o Jikji, impresso com tipo móvel de metal em 1377 d.C., e a Bíblia de Gutenberg.
  • 13 navios contra mais de cem, no estreito de Myeongnyang, em 1597 d.C.
  • 4 quilômetros de largura e 248 de extensão da zona desmilitarizada criada em 1953 d.C.
  • 10 milhões de pessoas separadas das próprias famílias pela divisão.

O que a história da Coreia ensina a quem estuda o idioma

Boa parte do que trava um brasileiro aprendendo coreano tem explicação histórica, e não gramatical.

Por que existem duas séries de números. O coreano tem números nativos e números de origem chinesa, e eles não são intercambiáveis. Isso vem de séculos de convivência com o chinês clássico como língua de cultura, exatamente como o português convive com raízes latinas e gregas para coisas diferentes.

Por que o hangul é tão fácil de aprender. Porque foi desenhado, e não herdado. As consoantes básicas imitam a posição dos órgãos da fala: é a raiz da língua fechando a garganta, é a ponta da língua tocando o céu da boca. Antes de 1443, escrever coreano exigia torcer caracteres chineses num sistema chamado 이두, que era lento, ambíguo e exigia anos de estudo antes da primeira frase.

Por que o alfabeto demorou 448 anos para virar escrita oficial. A elite letrada reagiu mal em 1443, chamou o hangul com desprezo de escrita de mulher e continuou escrevendo em chinês. Só nas reformas de 1894 ele entrou nos documentos de Estado, e só em 1896 saiu o primeiro jornal escrito inteiramente nele.

Por que os níveis de tratamento são tão elaborados. Porque Joseon organizou cinco séculos de vida social em torno do neoconfucionismo, e a língua guarda essa arquitetura. Trocar de nível de fala no meio de uma conversa coreana conta a relação inteira entre duas pessoas, e nenhuma legenda de série traduz isso. É o tipo de coisa que só se lê no original, e é por onde começa o Método HanguGO.

Se você chegou até aqui e quer continuar, três caminhos práticos: descobrir como fica o seu nome em coreano, entender o que é o Chuseok, que é uma festa de colheita com raiz nos festivais descritos nesta linha do tempo, ou olhar o que é o TOPIK, o exame oficial de proficiência.

Documentários sobre a história da Coreia no YouTube

Cada ficha da linha do tempo tem três botões de documentário: um busca em português, outro busca em coreano e o terceiro busca a série de referência daquela época. Vale explicar por que são três. Material sobre história da Coreia em português é escasso, e o que existe costuma ser vídeo de canal pequeno, sem revisão. O acervo coreano é o oposto: as emissoras públicas produzem documentário histórico há décadas, e quase tudo está no YouTube, de graça, com legenda automática que o próprio YouTube traduz.

Estas são as séries que valem a busca:

  • KBS 역사스페셜: A série de documentários históricos mais longeva da televisão coreana. Cada episódio pega um tema (a estela de Gwanggaeto, a Tripitaka, o navio-tartaruga) e trata dele por 50 minutos, com arqueólogos e reconstituição.
  • KBS 역사저널 그날: Formato de mesa-redonda: historiadores discutem um dia específico da história da Coreia. É o melhor ponto de entrada para a dinastia Joseon.
  • EBS 다큐프라임: A EBS é a emissora educativa pública. O Docuprime tem séries inteiras sobre o hangul, sobre a cerâmica e sobre a guerra.
  • KBS 다큐인사이트: Documentários mais recentes, com produção alta e bastante material de arquivo do século 20.
  • Arirang TV: Canal público coreano que produz em inglês. É a via mais fácil para quem ainda não lê legenda em coreano.

Os links abrem uma busca no YouTube, e não um vídeo fixo. É de propósito: canal apaga vídeo, episódio vira privado e link direto morre em silêncio. Uma busca pelo nome da série continua funcionando daqui a cinco anos, e ainda devolve o que foi publicado depois.

Uma dica prática para assistir ao material coreano sem saber coreano ainda: nas configurações do vídeo, ative as legendas em coreano e depois use “traduzir automaticamente” para português. A tradução é imperfeita, mas em documentário histórico, que é narração pausada e sem gíria, ela funciona bem.

Perguntas frequentes sobre a história da Coreia

Quando começa a história da Coreia?

A tradição coreana marca 2333 a.C., com a fundação mítica de Gojoseon por Dangun. Historicamente, a primeira data confiável é 108 a.C., quando a dinastia Han chinesa destruiu Gojoseon e registrou o fato por escrito. Entre uma e outra existe uma sociedade real, de bronze, documentada por dólmens e punhais, mas sem escrita própria.

Por que a Coreia foi dividida em duas?

A divisão não veio de dentro. Em agosto de 1945, com a União Soviética avançando pela Manchúria, dois oficiais americanos receberam cerca de trinta minutos e um mapa para propor onde dividir a rendição das tropas japonesas. Escolheram o paralelo 38 porque deixava Seul do lado americano. A linha era administrativa e provisória, virou permanente com a criação de dois governos em 1948 e foi substituída em 1953 pela linha de contato do fim da Guerra da Coreia.

Qual foi o maior território que a Coreia já teve?

O de Goguryeo no fim do século 5 d.C., sob os reis Gwanggaeto e Jangsu. Ia do rio Liao, na China, até o rio Han, e da bacia do Songhua até o mar do Leste, incluindo a Manchúria meridional inteira. Balhae, no século 8 d.C., chegou a controlar uma extensão comparável mais ao norte, mas já sem o sul da península.

De onde vem o nome “Coreia”?

De Goryeo, a dinastia que governou de 918 d.C. a 1392 d.C. Mercadores árabes e persas que chegavam aos portos coreanos escreviam o nome como algo próximo de Kaoli, e essa forma viajou pelas rotas de comércio até virar Corea, Corée e Korea nas línguas europeias. Os próprios coreanos não usam esse nome: no Sul o país é 한국 e no Norte é 조선.

A Guerra da Coreia acabou?

Não formalmente. O que existe desde 27 de julho de 1953 d.C. é um armistício militar, assinado pelo Comando da ONU, pelo exército norte-coreano e pelos voluntários chineses. A Coreia do Sul se recusou a assinar. Nunca houve tratado de paz, e por isso as duas Coreias continuam tecnicamente em guerra, separadas pela fronteira mais militarizada do mundo.

Quem criou o alfabeto coreano e por quê?

O rei Sejong, em 1443 d.C., promulgado em 1446 d.C. O prefácio escrito por ele explica o motivo em poucas linhas: a língua do país é diferente da chinesa, então o povo comum tem coisas a dizer e não consegue escrever, e isso o entristece. O nome original é 훈민정음, “os sons corretos para instruir o povo”.

De onde vêm as informações desta linha do tempo?

O texto sobre a formação do território segue o Atlas Nacional da Coreia, publicado pelo Instituto Nacional de Informação Geográfica da Coreia do Sul. A base cartográfica é o Natural Earth, de domínio público. As imagens vêm do Wikimedia Commons com licença livre, e o crédito do autor de cada uma aparece dentro da ficha correspondente.

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